A revisão ajusta os tetos de renda em todas as faixas, com aumentos que variam entre R$ 300 e R$ 1 mil. A medida busca facilitar o acesso à casa própria, mantendo condições mais acessíveis para famílias de menor renda, como taxas de juros reduzidas.
Com a atualização, os limites de renda familiar mensal — que definem em qual faixa cada família se enquadra para acessar o programa — passam a ser:
- Faixa 1: renda de até R$ 3.200 (antes, até R$ 2.850)
- Faixa 2: renda de até R$ 5.000 (antes, até R$ 4.700)
- Faixa 3: renda de até R$ 9.600 (antes, até R$ 8.600)
- Faixa 4: renda de até R$ 13.000 (antes, até R$ 12.000), voltada à classe média
Também houve aumento nos valores máximos dos imóveis financiados. Na Faixa 3, o teto passou de R$ 350 mil para R$ 400 mil. Já na Faixa 4, subiu de R$ 500 mil para R$ 600 mil. As Faixas 1 e 2 mantêm limite de R$ 275 mil, com juros a partir de 4,5% ao ano para o público de menor renda.
A expectativa é ampliar o acesso ao financiamento habitacional, beneficiando tanto famílias de baixa renda quanto novos grupos da classe média incluídos no programa.
Do Metro1



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