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| Foto: Divulgação / Lazio |
Após investigação sobre uma possível fraude em testes de Covid-19, a Lazio recebeu uma multa de 150 mil e teve seu presidente e médicos do clube afastados de seus cargos. A decisão do Tribunal Federal Nacional da Federação Italiana decorre de uma investigação aberta no final do ano passado em que os resultados de exames de três atletas foram alterados em um curto período de tempo.
A punição foi considerada branda pela imprensa italiana, que esperava uma multa de 200 mil, mais de um ano de afastamento para Claudio Lotito, dirigente da agremiação, e risco de perda de pontos da competição nacional. O presidente ficará sete meses sem atuar, enquanto os médicos Fabio Rodia e Ivo Pulcini estão suspensos por um ano.
Em outubro, o clube foi acusado de fraudar testes de Covid-19 de três jogadores. Na época, o Ministério Público chegou a fazer buscas no CT da Lazio e em um laboratório responsável pelos exames.
Inicialmente, as suspeitas foram de três ocasiões ao longo de 2020 em que membros da equipe foram diagnosticados com o vírus, mas não relataram à Federação Italiana sobre os casos. Entretanto, para além disso, a investigação focou na situação específica em que o goleiro Strakosha, o volante brasileiro Lucas Leiva e o atacante Immobile tiveram resultados diferentes para Covid-19 em um curto espaço de tempo.
Os três testaram positivo para a doença no dia 27 de outubro, mas testaram negativo nos exames prévios da partida do dia 1 de novembro, disputada contra o Torino pelo Campeonato Italiano. A Lazio venceu na ocasião por 4 a 3, com a participação dos três jogadores. Entretanto, nos testes realizados para o duelo contra o Zenit, pela Champions League, no dia 4 de novembro, Strakosha, Lucas Leiva e Immobile voltaram a testar positivo.
A Lazio ainda pode recorrer duas vezes sobre a decisão do Tribunal Federal Nacional da Federação Italiana.


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